14 de julho de 2011

Contra Indicações para a prática


  • Excessiva lassidão ligamentar das primeiras vértebras cervicais (atlas - axis) ex. Síndrome de Down Epilepsia não controlada;
  • Cardiopatias agudas;
  • Instabilidades da coluna vertebral;
  • Graves afecções da coluna cervical como hérnia de disco;
  • Luxações de ombro ou de quadril;
  • Escoliose em evolução, de 30 graus ou mais.
  • Hidrocefalia c/ válvula;
  • Processos artríticos em fase aguda;
  • Úlceras de decúbito na região pélvica ou nos membros inferiores;
  • Epífises de crescimento em estágio evolutivo;
  • Doenças da medula com o desaparecimento de sensibilidade dos membros inferiores (todavia, são conhecidos vários casos de paraplégicos que continuam a praticar a equoterapia);
  • Pacientes com comportamento autodestrutivo ou com medo incoercível;
  • Hemofílicos e Leucêmicos (dependo do caso).
O futuro praticante de equoterapia deverá passar por uma avaliação clínica, pelo seu próprio médico ou pelo médico da equipe que irá atendê-lo, com a responsabilidade de indicar ou contra-indicar a prática de Equoterapia.
Alguns desses casos podem praticar a equoterapia, porém com um rigoroso controle. Por esse motivo, cada contra-indicação deverá ser discutida caso a caso. Como não se tem o direito de arriscar e agravar a situação do paciente com o pretexto da reeducação, a equoterapia é desaconselhada em todas as doenças na fase aguda e no caso de deficiências graves.

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