18 de julho de 2011

Vivenciando a Pedagogia no Picadeiro



A escola e seus métodos convencionais, muitas vezes desconhecem os caminhos para a condução do processo diferenciado de ensino-aprendizagem.

Mas é dever da sociedade propiciar a cada criança a chance de poder desenvolver da melhor forma possível suas potencialidades. E isso se torna possível e maximizando neste ambiente equoterápico onde a criança com necessidades especiais se beneficiará no contato com o animal e a natureza, criando oportunidades tanto da prática de atividades individuais quanto de coletivas, com a ajuda e acompanhamento de uma equipe de mediadores, composta por profissionais das mais variadas formações, servindo de elos nesta relação, no intuito de além de manter a segurança, proporcionar o mais alto grau de aproveitamento deste encontro, na busca pelas soluções de seus problemas.
E a equoterapia propicia o desenvolvimento dos pré-requisitos sensório motores essenciais que a escola precisa para o desenvolvimento das atividades que são da sua competência e que não consegue alcançar neste s casos especiais.
Partindo deste pressuposto, podemos compreender o grande benefício conseguido com as atividades equoterápicas, que são basicamente oferecer ao seu praticante vivências sensório motoras, conseguidas com o toque no pêlo do animal, o contato com o ambiente natural e rico, novos sons, tudo isto somado ao dinamismo do movimento do cavalo.
O desafio inicial de “escalar” aquele grande animal faz com que a autoconfiança delas aumente de forma visível, e abra espaço para um horizonte de novos desafios e novas conquistas, que são propostas de forma planejada através de novos jogos e atividades que levam os praticantes a trabalhar, como a comunicação e expressão, percepção, coordenação, orientação e lateralidade.

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